25
Mar 09

A vuelta de rueda

Vejam as fotos desta exposicao de peças de fusca como obras de arte no site abaixo:
http://www.flickr.com/photos/chairezstudio/sets/72157614130804620/


14
Mar 09

VWFusca.net 1 ano no ar!


É com muita alegria que comemoramos neste mês de Março o primeiro ano de existência
do site VWFusca.net. São mais de 30 mil acessos por mês, de gente do mundo inteiro.
Agradecemos nossos usuários de todas as partes do Brasil, do sul, do sudeste, do centro-oeste, do norte e do nordeste. E agradecemos nossos visitantes de Portugal, Estados Unidos, Japão, México, Alemanha e Angola! Vocês são parte do sucesso deste site.

Para o próximo ano que inicia o VWFusca traz algumas novidades, como a nova área de Classificados VWFusca.net, onde você poderá vender e comprar automóveis Volkswagen antigos sem nenhum custo. Ao inserir seu anúncio na nova área você aparece para um público de 30 mil visitantes. Disponibilizamos também mais uma vez o e-mail gratuito @vwfusca.net, com um espaço de 4 GB para todos os nossos usuário. Basta enviar um e-mail para queroumemail@vwfusca.net com seus dados e o e-mail desejado.

Continue acessando e confira mais novidades que virão!!Grande abraço da equipe VWFusca.net e Falcão Fuscas.


27
Feb 09

Muito triste.

Como é que alguém é capaz de uma maldade dessas??


09
Feb 09

Esquema elétrico Fusca 1300

Mais uma documentação técnica para os nossos leitores!

Clique na imagem para ampliar.


09
Feb 09

Tipos de lanterna do Fusca por ano

Abaixo, segue a tabela de tipos de lanterna do Fusca por ano dos nossos amigos do Fusca Clube de Poços de Caldas.


09
Feb 09

Quanto tempo dura um motor de Fusca?

A resposta pode ser estimada, mas o que vai determinar a sua durabilidade é a maneira de dirigir do motorista e o tipo de manutenção que o veículo recebe. Se você quer aumentar a durabilidade do seu motor, aqui vão algumas dicas.

A maneira como o veículo é utilizado diariamente influencia diretamente na durabilidade do motor. O motorista que roda freqüentemente em percursos curtos e em baixas rotações, provavelmente terá a durabilidade de seu motor reduzida, ao contrário do que todo mundo pensa.


É que funcionando a maior parte do tempo em baixas rotações, a lubrificação interna é menos eficiente do que em médias rotações, e como o trajeto é muito curto, o motor praticamente não atinge a temperatura ideal de trabalho, aumentando o desgaste das partes móveis do motor, além de aumentar a carbonização de velas e cilindros.

Operando em altas e médias rotações, em velocidades mais constantes, como a utilização em estradas, o motor tem um ajuste mais equilibrado de suas peças internas e, trabalhando em rotações mais uniformes, ocorre uma combustão mais homogênea.

Isto faz com que as velas e os bicos injetores (ou carburador) fiquem limpos.

Os motores alimentados por injeção eletrônica possuem um funcionamento mais equilibrado em função da regulagem mais precisa e constante, o que reflete também na sua durabilidade.

Aquecendo

Cuidar bem do motor (alimentado por caburador) começa no próprio aquecimento pela manhã. O motorista não deve aquecer o motor durante muito tempo (30 segundos no máximo), nunca em altas rotações e nem usar o afogador depois que o motor atinge a temperatura ideal. O combustível em excesso na câmara acaba não sendo queimado totalmente e desce pelas paredes dos cilindros, comprometendo a lubrificação. Aliás, carros que rodam nestas condições (curtos trechos sem atingir com frequência a temperatura ideal) devem trocar o óleo pelo tempo de uso, já que ele se contamina com mais frequência.

A boa qualidade do lubrificante, que tem entre outras funções a de evitar o desgaste dos componentes móveis e a de refrigeração interna, é fundamental para aumentar a durabilidade do motor. Portanto, o motorista deve ficar atento para os períodos de troca e controlar periodicamente o nível de óleo do motor. É considerado normal o consumo de um litro de óleo a cada 5 mil quilômetros rodados. Por falar em qualidade, a do combustível utilizado também influencia diretamente na durabilidade. Se ele estiver fora das especificações, poderá provocar danos ao sistema de alimentação e aos componentes internos.

Outra providência que contribui para a durabilidade do motor é o estado das velas, que devem estar em perfeitas condições de limpeza e com a folga indicada para os eletrodos, para que a mistura ar/combustível seja queimada corretamente. Elas devem ser checadas a cada 5.000 quilômetros e a troca é geralmente recomendada a cada 10 ou 15 mil quilômetros (alguns veículos mais modernos tem um prazo bem mais ampliado).

A maneira como o motorista troca as marchas também influencia. Ela deve ser feita na rotação próxima da faixa de torque, pois quando a marcha é trocada muito abaixo dela, além da mistura não queimar corretamente, os componentes internos são mais exigidos. Acelerar ou frear bruscamente também exige maior esforço de todo o conjunto. É preciso alertar o motorista para as “preparações” que, inevitavelmente, reduzem a durabilidade do motor. O turbo é um bom exemplo desta redução, cuja extensão vai depender da pressão adotada.

Agradecimentos: Fusca Clube do RN


23
Jan 09

Hoodride Culture Brazil

A partir de agora a Falcão Fuscas / VWFusca.net terá mais um espaço dedicado à Cultura HoodRide. Vocês vão poder acompanhar informações sobre o movimento Hoodride no Brasil, seus adeptos, encontros, curiosidades, fotos e muito mais.
Se você é um Hoodrider publique a foto do seu carro no nosso fórum, apresente-se, conheça outros hoodriders e vamos criar a maior comunidade de cultura Hoodride do Brasil.


Acesse o fórum em http://www.vwfusca.net/vwfusca/forum e clique em Hoodride Brazil
Aqui no fórum você vai conferir nas próximas semanas muita coisa sobre o assunto. Mande uma mensagem no fórum se apresentando e nos diga qual seria o melhor nome para o primeiro Hoodride Club do Brasil?


20
Jan 09

Dia Nacional do Fusca – 20 de Janeiro

Hoje é o Dia Nacional do Fusca! Vamos lembrar a história do carro mais querido do mundo:

O Volkswagen Fusca (português brasileiro) foi o primeiro modelo fabricado pela companhia alemã Volkswagen. Foi o carro mais vendido no mundo, ultrapassando em 1972 o recorde do Ford Modelo T. O último modelo do Fusca foi produzido no México em 2003.A história do Fusca é uma das mais complexas e longas da história do automóvel. Diferente da maioria dos outros carros, o projeto do Fusca envolveu várias empresas e até mesmo o governo de seu país, e levaria à fundação de uma fábrica inteira de automóveis no processo. Alguns pontos são obscuros ou mal documentados, já que o projeto inicialmente não teria tal importância histórica, e certos detalhes perderam-se com a devastação causada pela Segunda Guerra Mundial. Grande parte dessa história pode ser condensada como se segue:

Entusiasta por carros desde a juventude, Hitler era familiar com a idéia do carro do povo desde os tempos da prisão, onde leu sobre Henry Ford. Para ele a idéia de um “carro do povo” feito por trabalhadores alemães e viajando por todo o país era a exata realização desta plataforma política.

Decidido a financiar uma empresa estatal para produzir os automóveis que trafegariam por suas recém-inauguradas Autobahns, Hitler deu sinal verde para o projeto. Três opções de engenheiros lhes foram oferecidas: Joseph Ganz, Edmund Rumpler e Ferdinand Porsche. Os primeiros dois eram judeus, e obviamente não agradaram Hitler. Já Porsche era famoso pelo seu trabalho na Daimler, carros que Hitler gostava, e talvez mais importante, era amigo de Jacob Werlin, amigo e assessor para assuntos automotivos do ditador.

Em meados de 1933 Werlin, que conhecia Porsche dos tempos da Daimler-Benz, intermediou o encontro de Porsche com o ditador. Neste encontro, Hitler mostrou-se bem informado sobre os projetos de Porsche na NSU e com opinião formada sobre o “carro do povo”. O ditador tinha pronto uma lista de exigências a serem cumpridas por Porsche, caso o contrato fosse efetivamente firmado:

* O carro deveria carregar dois adultos e três crianças (uma família alemã da época, e Hitler “não queria separar as crianças de seus pais”).
* Deveria alcançar e manter a velocidade média de 100 km/h.
* O consumo de combustível, mesmo com a exigência acima, não deveria passar de 13km/litro (devido à pouca disponibilidade de combustível).
* O motor que executasse estas tarefas deveria ser refrigerado a ar, (pois muitos alemães não possuíam garagens com aquecimento), se possível a diesel e na dianteira
* O carro deveria ser capaz de carregar três soldados e uma metralhadora
* O preço deveria ser menor do que mil marcos imperiais (o preço de uma boa motocicleta na época).

O ditador solicitou que Porsche condensasse suas idéias no papel, o que ele fez em 17 de janeiro de 1934. Ele encaminhou uma cópia a Hitler e publicou o seu estudo chamado “Estudo sobre o Desenho e Construção do Carro Popular Alemão”. Ali Porsche discorreu sobre a situação do mercado, as necessidades do povo alemão, sua convicção na viabilidade de um motor a gasolina e traseiro (ao contrário do que Hitler queria) e, principalmente, fez um estudo comparativo com outros carros alemães frente ao seu projeto, onde concluía pela inviabilidade de vender o carro por menos de 1.500,00 RM. Hitler leu o estudo, mas manteve-se irredutível quanto à questão do preço, o que preocupou Porsche.

Após alguns discursos sobre o projeto, Hitler finalmente colocaria a Associação de Fabricantes de Automóveis Alemães (RDA, na sigla em alemão) encarregada da execução do projeto. Apesar dos temores de Porsche, Werlin o convenceu a aceitar a verba de vinte mil marcos por mês para desenvolver o projeto. Assim, em 22 de junho de 1934 o contrato foi assinado, e os equipamentos foram instalados na casa de Porsche em Stuttgart. A equipe de Porsche era liderada por Karl Rabe, e contava com o designer Erwin Komenda (responsável pelo desenho da carroceria), Franz Xaver Reimspiess (que desenvolveria o motor final e a logomarca VW), Joseph Kales, Karl Fröhlich, Josef Mickl, Josef Zahradnik, e o filho de Porsche, Ferry.
O prazo para desenvolver o projeto era exíguo, apenas seis meses. Em dezembro de 1934 o número de protótipos encomendados passou para 3, de acordo com a filosofia de Porsche. Embora o prazo fosse curto, Porsche não queria desagradar Hitler, e portanto, em 1935, dois modelos ainda um tanto rústicos estavam prontos. Com fundo de madeira e motores dois tempos de 850cc, os modelos eram um sedan de carroceria fechada – chamado Versuch 1 (V1), ou “Protótipo 1 – e um conversível, V2, feito para agradar o Fürer, entusiasta por conversíveis.

Em 12 de outubro de 1936 os dois pré-protótipos, mais um com carroceria em aço (que somado a outros dois em aço, construídos com a ajuda da Daimler Benz, formariam a Série W30) foram entregues à RDA para os testes (dois dos carros contavam com o motor que acabaria sendo escolhido para o Fusca). Em três meses cada um deles rodou 50 mil quilômetros, enfrentando os piores terrenos, durante uma rotina de testes seis dias por semana. Para satisfação de Porsche, o relatório final da RDA aprovava o projeto. Os problemas ficaram apenas no freio, que ainda era a varão, e o virabrequim (girabrequim), que quebrava com freqüência.
Representação da traseira do protótipo VW30. Observe-se a ausência dos pára-choques e da janela traseira. Os rasgos serviam tanto como janela quanto para ventilação.

Em 1937 foram produzidos trinta modelos de uma versão revisada do projeto, incluindo modificações oriundas da bateria de testes anterior. Produzidos pela Daimler-Benz e financiados pela RDA, essa série ficou conhecida como VW30, e era muito semelhante ao produto final, embora sem janela traseira e sem pára-choques (nas primeiras fases do projeto, posteriormente foram equipados com pára-choques). Eles foram submetidos a uma bateria de testes ainda mais dura, chegando os trinta em conjunto a rodar 2,4 milhões de quilômetros nas mãos de membros das SS, a tropa de elite de Hitler.
1950: modelo Standard, apenas 50 unidades trazidas para o Brasil. Sem frisos ou cromados, essa versão é virtualmente idêntica aos modelos que ficaram prontos em 1938.

Após testes tão completos, a estrutura do carro ficaria praticamente concluida. Erwin Komenda pode então trabalhar na forma final do carro. Ele fez então uma maquete de pré-produção, em madeira e tamanho natural. Dentre as mudanças mais visíveis estão as janelas traseiras bi-partidas (incorporadas em 1937 pela Reutter), a tampa do motor e o capô, e as portas com abertura normal, além dos estribos (os modelos de teste ficavam muito sujos nas estradas mais precárias).

Cerca de quarenta e quatro modelos em metal dessa nova série (VW38/39) foram então fabricados, para altos executivos e para fins de propaganda e exibição (ironicamente estes viriam a ser a maioria dos KdF feitos). Em 1936-37 Porsche havia viajado para os EUA, onde pode acompanhar os processos de fabricação em série, e trazer de lá alemães habituados a trabalhar em Detroit (eles iriam ajudar a viabilizar a fabricação em massa do projeto). Com a finalização do projeto, máquinas e ferramentas foram também trazidas de lá.

Após a finalização do projeto, Hitler ficou temeroso que todas as tribulações do projeto se tornassem públicas, manchando a imagem da superioridade alemã que ele tanto pregava. Assim, após a certeza de os modelos de pré-produção (V1, V2, VW 3, VW 30) não seriam mais necessários, o Fürer ordenou a destruição de todos eles, tarefa que ficou novamente à cargo da SS. Estava assim encerrado o longo ciclo de projeto do carro, após quatro anos e milhões de reichmarks investidos.


07
Jan 09

Hoodride Brasil :)

Já tivemos uma matéria sobre os fuscas Hoodride aqui no VWFusca.net e agora saiu na AutoEsporte! Confira na íntegra a matéria deles.

Meses debaixo de uma árvore, dias sob sol e chuva e até mesmo urina sobre a carroceria. Geou muito durante a noite? Excelente. Estourou mais uma ferrugem no pára-lama? Motivo de comemoração. Quanto mais velho e apodrecido, melhor. Este é o princípio básico dos Rat Rods — conhecidos também como Hood Rides ou Rusted Volks. O estilo começou nos Estados Unidos e vem ganhando adeptos no Brasil. Um deles é o administrador Augusto Passos, de 27 anos — o Guto de Porto União, no interior de Santa Catarina. Pelas ruas da cidadezinha de 30 mil habitantes, ele é conhecido pelo seu Fusca 1969 caindo aos pedaços.

Guto conta que se tornou adepto do estilo depois de reformar diversos modelos. “Investi muito dinheiro para reformar meus carros antigos e não ficaram como eu queria. Conheci o estilo na internet e pirei!”, explica. Depois de gastar R$ 2 mil para comprar a relíquia de um senhor, ele investiu mais que o dobro para que o Fusca ficasse mais… velho! As rodas aro 17” são importadas (com pneus 205/40) e a suspensão é a ar. O eixo dianteiro foi encurtado: “É característica dos Hoods”. O estilo contempla apenas carros velhos, de preferência Volks dos anos 1960, os mais queridos entre os adeptos.

Augusto Passos
Guto possui dois Fusca e uma Kombi, todos são “adeptos” do estilo conhecido também como Rusted Volks
Para mantê-lo o mais podre possível, Guto utiliza diversas técnicas. “O Fusca está há três meses debaixo de uma árvore. Está ficando ótimo”. Ele ainda afirma que apenas lava as rodas e o interior do carro. O restante só vê água quando chove. “Para passear, deixo meu Audi S3 em casa e saio com o Fusca. É um show à parte.” Histórias engraçadas são freqüentes. “Um morcego morreu e caiu no teto. Deixe ele lá até apodrecer”, lembra. Na ocasião, Guto foi a uma churrascaria e causou verdadeiro espanto entre as pessoas. “Me perguntavam por que eu fazia aquilo e tiravam fotos”, explica. Se você está curioso sobre o fim do morcego… “Ele caiu na estrada logo depois”, finaliza o proprietário.”


07
Jan 09

Salão do Automóvel 1979